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Ataque extrafísico

Quinta-feira, 16 de Maio de 2013
10hs

Andávamos num lugar escuro, por umas ruas estreitas, notei no caminho umas construções simples, muros como se fossem pintados com cal. A luminosidade era baixa, como se andássemos sob a luz da Lua. Mas a sensação não era aprazível, de conforto e proteção, sentia uma tensão no ar.

Meu grau de lucidez estava oscilando, mas consegui alcançar um grau razoável naquele momento e notei que minha amiga espiritual estava de mãos dadas comigo e me dizia que estava feliz por eu estar com ela. Eu quis abraça-la, mas neste momento uma senhora que parecia presidir aquele grupo disse: “Este não é momento pra isso. Não estamos num lugar seguro.” Eu ainda brinquei: “Eu já andei aqui sozinha sem proteção, quando não estava equilibrada”. Depois de dizer isso, fiquei rindo sozinha da minha própria desdita. Somente eu, ninguém mais riu. Vi que o assunto era realmente sério. Tínhamos que seguir em silêncio e concentrados. Neste momento estávamos chegando num lugar descampado, parecia um terreno baldio. E realmente arroubos emocionais e conversas não eram aconselháveis ali.

Continuamos andando, e poucos minutos depois, nosso grupo foi cercado por algumas entidades umbralinas dispostas a nos atacar. Não eram muitas, acho que eram três indivíduos, as quais só vi como sombras em formato humano e magnetismo muito pesado.


Neste momento nosso grupo estancou, senti que alguns amigos ficaram com medo. Eu também fiquei com medo, mas sabe aquela sensação de “se correr o bicho pega”, foi isso que senti. Eu não estava na retaguarda, e não passou pela minha cabeça me esconder atrás de nenhum amparador, sabia que tinha que ficar na frente mesmo. Projetor tem que ficar na frente, não porque somos os “melhores”, mas porque somos fortes por estarmos encarnados.

E aquele grupo de assediadores sabia disso, pois a primeira coisa que fizeram foi atacar minhas mãos que estavam posicionadas na direção deles, pronta para exteriorizar energia. Senti com mil agulhinhas nas minhas mãos, mas mesmo assim não desisti e continuei exteriorizando energia. Olhei para o alto pedindo ajuda à Deus, tentando absorver energia pelo coronário e transmitir pelos nadis das mãos. O céu estava nublado, só conseguia ver nuvens escuras e comecei a duvidar se conseguiria. Parecia que também a minha alma estava nublada.

Eu tentava me conectar com o Alto, mas o meu método parecia ser insuficiente. Mesmo assim, conseguimos sair daquela situação. Acho que alguém criou muros ao nosso redor. Foi muito rápido, eu nem vi bem como saímos dalí.

No lugar mais seguro eu comentei sobre minhas mãos terem sido atacadas primeiro, e me foi falado o seguinte: “Atacou suas mãos pois elas são muito importantes aqui.” Confirmando o que eu havia falado sobre a importância dos projetores e suas energias no plano espiritual.


Também comentei que eu percebi que tive muita dificuldade para manter a força naquela tarefa. Ela deu um toque: "Reveja o que andas lendo". Na hora eu soube que ela estava se referindo às minhas leituras sobre budismo e hinduismo. Não que seja errado estudar e enriquecer seus conhecimentos em outras linhas. Mas não é interessante você deixar o que te fortalece de lado. Se você se adeter somente à técnica a força divina não passa por você. Tem que ter fé e confiança máxima naquilo que você acredita que te dará a força necessária. Se tivermos um pingo de dúvida no mar da nossa evocação da luz, falharemos.

Tenho que trabalhar isso. Não vou deixar as leituras atuais de lado. Mas tenho que guardar um tempo para me voltar para o que sempre me deu força na hora do aperto.

Depois disso voltei ao corpo e fique repassando mentalmente todo o ocorrido.



5 comentários:

O que sempre te deu força na hora do aperto? Poderia indicar alguns livros ou práticas?

 

Alessandro A. R., o que sempre me deu força na hora do aperto foi Deus. Tenho deixado um pouco de lado o estudo e o prática do evangelho segundo a doutrina espírita. Indico as obras: Iniciação - Viagem Astral de João Nunes Maia, Viagem Espiritual II e III do Wagner Borges, O Livro dos Espíritos e O Livro dos Médiuns de Allan Kardec.

 

Eu também costumo ler livros de outras linhas, como você disse, mas minha preferência são os mais universalistas, sem muitos dogmas, que tratam da espiritualidade de uma forma simples, sem idolatrar algum mestre, e sem muito misticismo.

Esta leitura eclética já me causou alguns conflitos, mas hoje em dia procuro não levar tudo ao pé da letra, mas sim tentar extrair o que há de bom pra mim nesses livros.

Acredito que a espiritualidade possa ser praticada de forma simples, como caminhar, sem desconsiderar que certamente existe complexidade no íntimo desses processos.

Segue minha lista de leitura. Existem dezenas de livros que eu gostaria de ler, mas a preguiça não deixa.

https://docs.google.com/file/d/0B08zDVBcU3mPNmNtblN3d0s4MHM/edit?usp=sharing

 

Concordo. Até me considero um espírito universalista. Procuro coletar as coisas boas das diversas linhas, e sempre fui contra dogmas. Mas sempre tem aquele mestre pelo qual sentimos mais afinidade. Tem gente que entoa mantras, preces, orações, palavras mágicas, pede ajuda à mentor, nossa Senhora, preto velho, Buda, Krishna.. E isso pode dar muito certo, pois é onde vc deposita sua fé. O que importa é encontrar o ponto de apoio para evoca-lo na hora da necessidade. Nem que seja seu próprio Eu.

 

Legal esse teu ponto de vista.

 

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